Robert W. Chambers

    Robert William Chambers nasceu no Brooklyn em 1865 filho de William P. Chambers, famosos jurista e Caroline Chambers, no seio de uma família acostumada a colocar seu sobrenome em destaque (por ex. o irmão de Chambers em dado momento foi reconhecido como um arquiteto de fama mundial). Chambers freqüentou o Instituto Politécnico do Brooklyn, foi ali na casa familiar nas montanhas que descobriu seu amor para a pintura e a natureza. 

    Aos vinte anos ingressa na "Art Student´s League" de Nova York para estudar pintura onde conhece e tem amizade com Charles Dana Gibson (posteriormente ilustrador famoso). Aos 21 viaja para París onde permaneceu 7 anos estudando belas artes em "École des Meaux Arts" e depois na academia Julien. Tem uma exposição me Paris em 1889, voltando a Nova York em 1893 onde começa a trabalhar para revistas famosas como ilustrador, entre elas "Life", "Vogue" e "Truth".

    Chambers publica seu primeiro livro "In the Quarter" em 1894, uma história melodramática de sua vida estudantil em Paris. Bem acolhido pela crítica anima o jovem a seguir com seu trabalho. Em 1895 ele publica 10 contos aparentemente sem relação com o título de um livro "The King in Yellow" que promete deixar louco quem o ler. Esta coleção foi um grande sucesso o que o convence a deixar sua paixão artística por um tempo em vista de seu sucesso no que também gostava muito de fazer que era escrever.

     Escritor profissional desde o início seguiu tendências do feminismo da época e começou a publicar obras para este público em paralelo a literatura sobrenatural.

    Em 1898 se casou com Elsa Vaughn Moller (1882-1939) com qual teve um filho de nome Robert Edgard Stuart Chambers que também seria um escritor famoso. Com seus ricos negócios literários me Nova York a família Chambers divide seu tempo entre esta cidade e a luxuosa mansão familiar em "Broadalbin", ao sopé das montanhas "Adirondack", lugar onde o mesmo relaxava caçando e pescando, sendo um homem de maneiras cordiais e um membro ativo da sociedade novaiorquina, o qual também escreve livros a respeito.

    Faleceu em sua casa no Vilarejo de "Broadalbin" em Nova York em 16 de dezembro de 1933.